domingo, 4 de setembro de 2011

TRABALHO DE HORTA ESCOLAR NO CEI EM QUE TRABALHO

ESTE É UM DOS PROJETOS DESENVOLVIDOS NO CEI IVETE SPÉZIA SCHMITT ONDE EU TRABALHO. PROCURAMOS SEMPRE CUIDAR E EDUCAR DE NOSSAS CRIANÇAS, MOSTRANDO COMO SER PARTICIPATIVO NA VIDA DE NOSSA SOCIEDADE É IMPORTANTE.


HORTA ESCOLAR


DIA “D” – Degustação dos alimentos produzidos na horta do CEI


A alimentação saudável é uma opção de cada pessoa, pois podemos realizar mais por nossa saúde do que qualquer médico, hospital ou tecnologia avançada e as escolhas que fazemos é que determinam o estado de nossa saúde, para isso, é preciso educar, motivar e inspirar cada criança a trocar os hábitos que destroem a saúde por um estilo de vida que a promova e uma boa alimentação é o caminho principal,é preciso buscar e construir os mais variados caminhos para atingir uma vida saudável através da alimentação.
Segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, durante a infância anutrição representa a maior influência ambiental sobre o crescimento físico e mental. Assim, o período em que se frequenta a escola é marcado por importantes mudanças corporais e de aquisição de hábitos alimentares que podem perdurar na idade adulta.
Conhecendo a importância da alimentação na vida das crianças, nada melhor que unir o projeto da Horta Escolar e o incentivo ao consumo de verduras e legumes.
O dia “D” aconteceu no dia 18/08, onde todas as turmas participaram. Berçário I e II foram até a horta colherem as verduras e legumes. Maternal I e Maternal II prepararam pratos frios como saladas e sucos. Jardim A e B e todas as turmas do pré-escolar prepararam pratos quentes, como pastelão, torta salgada, bolinhos, farofa, etc... Todos os pratos foram preparados com as verduras e legumes da nossa horta.

domingo, 12 de junho de 2011

EDUCAÇÃO E RELIGIÃO

Fiz a Leitura do texto abaixo, tem boas reflexões sobre a educação nos tempos atuais.
O texto é de Rozélia Chaves Ribeiro, pedagoga e foi publicado na revista Diocese Informa de Joinville, nº 5, ano I, Julho 2011, p. 26:


EDUCAÇÃO E RELIGIÃO

LIBERDADE, AUTONOMIA OU FALTA DE LIMITES NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS?

Ter um relacionamento familiar saudável é o objetivo de uma família crstã. Mas deve se ter em mente que para isso acontecer, um ambiente de testemunho cristão é o primeiro passo. Precisamos ver a família de forma ampla, como um sistema vivo onde os componentes reagem e influenciam-se uns aos outros de forma recíproca e amigável. Entretanto, não basta apenas ler um receituário de dicas prontas sobre relacionamento famíliar e deixar o resto nas mãos de Deus.
Construir um relacionamento familiar saudável requer auto-observação, disposição para autocrítica e mudanças. Vai além da mera aquisição de informação sobre o próprio funcionamento. Há vínvulos afetivos e psicológicos envolvidos numa relação familiar, e ao mesmo tempo, espaços de privacidade, autonomia e individualidade, que devem ser respeitados. Se os componentes familiares estiverem tão ligados uns aos outros, os sonhos dos pais podem ser impostos aos filhos. Ou então o abuso de poder ser tão sufocante que o adolescente reage à falta de espaço para desenvolver a própria autonomia.
De forma diferente, a liberdade excessiva e a falta de limites na educação dos filhos pode ser sinal de diferenciação e distância extremas entre os componentes familiares, onde o afeto não é demonstrado e a frieza emocional se torna constante. Os pais devem ser justos, firmes e coerentes na fixação de regras. A ausência de poder parental e de normas, o poder discordante entre o pai e mãe, a negligência nas tomadas de decisão e a liberdade excessiva são fatores danosos para o relacionamento familiar, que esperamos que seja saudável e bíblico.
Os pais devem ganhar tempo conversando entre si sobre o funcionamento da família, assim como se planeja reuniões de trabalho. Eles devem encarar os problemas de relacionamento de forma ampla e pensar juntos em um plano de educação para os filhos antes mesmo de tê-los. Quando os pais discordam muito na forma de instruir, nós educadores, identificamos a negligência no primeiro contato que temos com eles. Por isso finalizo meu artigo dizendo: educar é planejar, e não terceirizar educação.

terça-feira, 7 de junho de 2011

APRENDENDO NO PROINFO

É sempre bom aprendermos sempre mais. Fazer o curso do PROINFO está disponibilizando conhecer mais sobre os blogs. Este tema tem maior atenção para mim pois estou em contato direto com a construção do blog do CEI Ivete Spézia Schmitt.

Outro momento que chamou muito a atenção é poder ver colegas que não tinham muito contato com o computador e que o descobriram como grande ferramenta para suas vidas a também para a educação infantil. Sempre é tempo de começarmos novos projetos em nossas vidas. Continuemos sempre na busca do saber...


Sobre o PROINFO, vejo como um curso de aperfeiçoamento que leva a tecnologia do computador como mais uma ferramenta para ajudar no desenvolvimento cognitivo das crianças. Espero que todos que estão participando deste curso tenham a oportunidade de fazer bom uso desta ferramenta, a informática, no planejamento de suas aulas.

Adriana P. Ranghetti


"Para realizar grandes conquistas, devemos não apenas agir, mas também sonhar; não apenas planejar, mas também acreditar."( Anatole France )

Educação Inclusiva






RESPEITO ÀS DIFERENÇAS!



Ao observarmos a palavra inclusão percebemos que seu significado está intimamente ligado a envolver. O autor Paulo Ramos nos traz reflexões bastante importantes sobre as práticas inclusivas e conceitualiza de forma significativa as “necessidades educacionais especiais”, promovendo em sua retórica um discernimento sobre a inclusão principalmente, de como ela deveria ser observada pelos profissionais e comunidades envolvidas no processo de construção de conhecimento.
A sociedade em que vivemos é seletiva e excludente, onde “normalidade” é sinônimo de dignidade, respeito e capacidade. Apesar de constar na Constituição Federal que todos os cidadãos são iguais e têm os mesmos direitos perante as leis, sabemos que isso é uma utopia para a realidade social em que vivemos.
Dentre os meios de inclusão social, a escola deveria assumir um dos principais papéis quanto ao tema inclusão. No cotidiano escolar os alunos deveriam trocar experiências, brincadeiras e serem tratados da mesma maneira.
A relevância do tema inclusão não se limita apenas à população dos alunos com necessidades especiais físicas e mentais. Os alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem, ou mesmo aqueles que possuem um nível intelectual avançado, também precisam de um olhar educacional especial.
Porém, apesar de garantida na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em 1996, a filosofia da inclusão escolar não se consolidou na forma desejada, pois na maioria das vezes os professores não estão preparados para suprir as necessidades educacionais dos alunos com necessidades educacionais especiais, o que acaba implicando na relação ensino e aprendizagem, o que muitas vezes torna crítica a relação entre professor e aluno. Sem contar que a maioria das instituições não possui materiais e instalações adequadas para atender alunos com determinadas necessidades.
É preciso antes de qualquer ponto, que o corpo docente, se adapte ao processo de inclusão, entendendo que há necessidade de um novo olhar para os portadores de necessidades educacionais especiais. É importante que sejam revistos os conceitos e preconceitos existentes para que seja possível a elaboração de um trabalho educativo de qualidade.
Por isso, um professor que observa em qual meio esse aluno está inserido poderá realizar um trabalho mais significativo. Qual a sua realidade familiar, como é o seu relacionamento com o grupo de alunos, se recebe algum trabalho pedagógico extra classe, entre outros questionamentos auxiliarão o professor quanto a sua postura pedagógica e a realidade do aluno.
É preciso entender que os alunos com necessidades educacionais especiais necessitam mais do que serem incluídos em escolas consideradas normais. Esses alunos necessitam de atenção e cuidados pedagógicos especiais. Por isso a observação/leitura do professor quanto ao aluno se torna indispensável. A partir da observação, e da leitura do aluno o professor saberá ao certo qual postura pedagógica tomar perante esse aluno. Dessa maneira o professor poderá transformar sua aula em inclusiva, sem constranger o aluno.
Segundo Ramos (2009) a capacidade criadora do professor, somada à sua convicção de que a aprendizagem é possível para todos, com certeza removerá os obstáculos que tantos alunos têm enfrentado. Acompanhando o pensamento de Ramos podemos concluir que o professor deve acreditar com convicção no que está fazendo, dando ênfase ao que está ensinando, sendo criativo quanto a maneira na qual aplicará o seu conteúdo. Dessa maneira ele estará rompendo barreiras que na maioria das vezes implicam no aprendizado.
Por isso, o planejamento torna-se indispensável. É na fase do planejamento que o professor verificará quais caminhos deverá seguir para estimular o que deseja alcançar com seu aluno. Através do planejamento o professor poderá ter uma postura pedagógica inovadora, tornando suas aulas participativas e inclusivas. Desta maneira poderá proporcionar ao aluno autonomia e habilidades necessárias para ser um cidadão apto a viver em sociedade, independentemente do seu grau de dificuldade.
Segundo Ramos (2009) a escola precisa buscar o aperfeiçoamento contínuo, para poder cada vez mais oportunizar o acesso e a permanência (isto é inclusão) a todos os alunos, independente de suas capacidades. Porém sabe-se que as mudanças são gradativas, e depende de um repensar coletivo de todos os envolvidos na educação.
Para que a educação inclusiva seja de qualidade e aconteça de forma democrática muito terá que ser feito. Alguns questionamentos resumem as condições estruturais e organizacionais em que as instituições de ensino se encontram. É possível atentarmos para uma educação inclusiva sabendo que não temos apoio dos órgãos que acabam delegando à escola funções e responsabilidades que não lhes cabem? Quer o professor realmente promover uma educação inclusiva, ou somente a formação necessária? Será que a escola cumpre todas as necessidades e realmente é inclusiva já que devemos respeitar os educandos pela sua faixa etária, religião, etnia, cultura entre outros?
Sendo assim, muita coisa ainda precisa ser revista e repensada para que se possa realmente dizer que somos cidadãos que lutamos pela inclusão e almejamos sucesso em nossa educação. As escritas e os papéis registram muita coisa, mas as ações ainda deixam a desejar.
Incluir não é simplesmente aceitar as diferenças, mas sim é fazer com que as diferenças se sintam incluídas. Isso vai muito além das leis, vai ao encontro do comprometimento, conhecimento, da reflexão, da humildade e da sabedoria, de cada um: pois não basta falar, precisamos lutar sim por mais justiça e igualdade nesta sociedade que se mostra tão dividida.

REFERÊNCIA:

RAMOS, Paulo. Educação Inclusiva: Histórias que (des)encantam a Educação. 2. ed. Blumenau: Odorizzi, 2009.








segunda-feira, 16 de maio de 2011

Mensagem para os Professores

Mensagem para os Professores

Se eu pudesse explicar perfeitamente todas as coisas para os meus alunos,
Mas não amasse cada um deles,
Seria melhor que eu falasse a uma sala vazia.
Se eu pudesse encontrar todas as respostas para os problemas educacionais,
E não tivesse amor, meus esforços seriam inúteis.
Se eu pudesse comprar todos os tipos de recursos educacionais e me sacrificasse para fazê-lo,
Mas não tivesse amor pelos meus alunos seria um completo desperdício.
O amor mostra-se paciente, quando se faz necessário repetir o mesmo conceito muitas vezes a um estudante que está com dificuldades.
O amor mostra-se afável quando, trata com um pai irado, que acusa outros professores ou a mim.
O amor não se mostra ciumento, quando um outro professor tem uma sala inteira de crianças bem comportadas e extremamente inteligentes,
E quando a minha deixa muito a desejar.
O amor não se mostra vaidoso e jactancioso quando meus alunos vão bem na minha matéria, e realmente tem prazer em vir às minhas aulas.
Amar é estar disposto a negociar o meu horário e planos a fim de adaptá-los às necessidades dos outros.
Amar é não gritar com a minha classe, quando eles não se comportam bem,
Mas procurar ajudá-los a compreender a importância da disciplina própria.
Amar é não anunciar, todos os problemas e más ações dos meus alunos a outros na sala de professores.
Amar é continuar tentando, mesmo quando, parece que um aluno nunca irá compreender o processo de multiplicação e divisão ou a diferença entre um advérbio e um adjetivo.
Métodos de ensino, quadros, murais e livros textos, mais cedo ou mais tarde, serão descartados, mas o AMOR É ETERNO.
Essas três coisas eu tenho aprendido com o Magistério:
TOLERÂNCIA, PACIÊNCIA E AMOR.
Mas o maior destes é o AMOR!
A todos os professores um forte abraço...